A estratégia traçada para que o Paraná possa obter o reconhecimento de área livre de febre aftosa, sem vacinação, poderá custar em torno de R$ 3,68 bilhões ao governo e à iniciativa privada num período de 20 anos. Em compensação, nesse mesmo período a economia paranaense poderá acumular benefícios avaliados em R$ 5,1 bilhões. O valor representa um ganho de aproximadamente 20% aos produtores em relação ao status atual e a injeção de novos recursos na economia do Estado.
Essa avaliação consta do estudo técnico sobre o Impacto Econômico da Suspensão da Vacinação contra a Febre Aftosa apresentado segunda-feira (27) em reunião do Conselho Estadual de Sanidade Agropecuária (Conesa), presidida pelo secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara.
O estudo foi realizado em parceria entre a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento e Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), com apoio da consultoria do Centro de Estudos em Economia, Meio Ambiente e Agricultura do Departamento de Economia da Universidade de Brasília.
O estudo já foi apresentado ao governador Beto Richa que sinalizou de forma positiva que o Estado pretende cumprir as etapas que devem ser percorridas para estabelecer um padrão de sanidade que tenha o reconhecimento internacional da qualidade dos produtos paranaenses, disse Ortigara.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Paraná pode gerar R$ 5,1 bilhões em negócios como área livre da aftosa


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