sexta-feira, 31 de agosto de 2012

O Gustavo Fruet, cheio de ódio, é um homem só!


No jantar organizado por chefias dos Correios ocorrido na noite de ontem em Santa Felicidade, o ex-tucano Gustavo Fruet, hoje no PDT, acusou o prefeito Luciano Ducci de tentar “demonizar” a aliança que fez com o PT e, com isso, “evitar” discutir o futuro da cidade, uma falácia. Como se o Luciano tivesse alguma culpa de o Gustavo ter construído toda a sua imagem política no ataque frontal as principais lideranças do PT, ao programa político e aos métodos pragmáticos de agir deste partido. 
Será que o Gustavo acredita ser possível que em plena crise causada pelo julgamento do mensalão, processo político onde ele foi um dos principais artífices, fosse esquecido só por causa de sua vontade em querer começar uma nova vida? Neste “novo viver” os amigos de hoje são os antigos inimigos de ontem, e os inimigos são os ex-amigos. Durma com uma contradição desta!

Ele caminhou ao lado do Luciano e do Beto por muitos e muitos anos , e durante este tempo vendeu a imagem de Curitiba, administrada por seus ex-aliados,  como fosse a melhor cidade do mundo. De uma hora para outra ele vira o maior crítico da capital, e o que antes só tinha qualidades virou o centro das mazelas do planeta. Ele fala “da falta de inovação e de projetos de vanguarda em Curitiba. Não explica os sérios problemas na prestação dos serviços públicos, a falta de investimento no transporte público, as licitações do lixo e dos radares que não foram feitas, os atrasos na conclusão da Linha Verde, o enorme passivo que vai deixar para a próxima gestão”. Se Curitiba, considerada a melhor capital do país, tem tantos problemas por que ele não os apontou antes? O que nos leva a refletir sobre se hoje é que “mente”, ou se é hoje que ele diz a “verdade”.

A Linha Verde, que até o governo federal e o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT), disse que ela é obra referência para todo o país: “O que Curitiba está fazendo precisa ser levado a todo o Brasil. A Linha Verde é modelo para as cidades-sedes da Copa do Mundo 2014 e também ao Rio de Janeiro que será sede das Olimpíadas em 2016”. 

Enquanto ele desanca o que antes elogiava os seus antigos inimigos, hoje novos amigos, elogiam. O mesmo ocorreu com no transporte público, que ele antes elogiava e hoje considera obsoleto. Enio Verri, presidente estadual do PT afirmou a pouco tempo atrás: "Temos de ter um transporte coletivo barato, de qualidade e com mais linhas. E se Curitiba tem, nós também podemos." Pelo jeito é só Gustavo que hoje acha ruim o que antes achava bom. Se existe alguma forma de “demonização” contra alguém é a hoje promovida por Gustavo Fruet contra os seus ex-amigos gestores de Curitiba. Uma coisa eu tenho certeza, é de que ele desafinou com seu antigo discurso e o novo não está afinado com os de seus novos aliados, que mesmo sendo da oposição enaltecem Curitiba como um exemplo a ser seguido de excelência em gestão pública. O que me leva a repetir se hoje é que o Gustavo “mente”, ou se é hoje que ele diz a “verdade”.

No jantar o Fruet , demonizando o seu oponente, cheio de ódios, também afirmou que “Ducci é um prefeito que não consegue fazer nada sozinho e precisa ser levado pela mão do governador”, mais uma falácia. Quem não tem experiência em administrar a coisa pública é ele, que do ponto de vista do trabalho em toda a sua vida pública só foi um parlamentar. O Ducci a mais de 20 anos é funcionário do quadro de carreira da prefeitura Municipal de Curitiba, e nela de simples médico um dia se tornou um dos melhores e inovadores secretários municipais de Saúde do país. Ele, cego de ódio, é que hoje é guiado pelas mãos dos ex-adversários do PT.

Este ano Curitiba recebeu o prêmio nacional “Brasil Sorridente”, concedido pelo Conselho Federal de Odontologia, por ter a melhor atenção em saúde bucal entre as cidades brasileiras a partir de 300 mil habitantes. Esse prêmio se deve à estrutura de prevenção, promoção e assistência em saúde bucal disponível no SUS municipal.

Quanto ao programa Mãe Curitibana, que antes causava orgulho ao na época tucano Gustavo Fruet por ele hoje nem é mais citado. Atualmente ele “esquece” que este programa, criado por Luciano Ducci,  foi um dos vencedores da etapa latino americana do Concurso Internacional de Boas Práticas para Maternidade Segura, segura, o prêmio é promovido pela Opas (Organização Panamericana de Saúde) e OMS (Organização Mundial da Saúde). Este prêmio tão importante não é o primeiro que este programa recebe. O programa Mãe Curitibana  zerou a transmissão da aids de mãe para filho, conhecida como transmissão vertical. 


A poucos anos atrás o Ministério da Saúde, junto com a Fundação Getúlio Vargas e com a Fundação Ford, já concedeu prêmio ao 'Mãe Curitibana'. Ele também foi destaque em encontro que reuniu 120 organizações não-governamentais da América Latina, realizado na Venezuela. Na mesma época este nosso programa foi tema de Encontro Nacional que reuniu cerca de 600 secretários municipais de Saúde de todo o país.
Na Rio + 20 Curitiba recebeu  o prêmio Global Green City Award (Cidade Verde). O título foi concedido pelo Fórum Global sobre Assentamentos Humanos – GFHS. A capital paranaense foi a única cidade da América do Sul a receber o título. Outras premiadas foram: Nantes, França; Los Angeles, EUA; Suining e Duyun, China e a eco-cidade sinocingapuriana de Tianjin.
Para que uma cidade seja considerada verde, segundo o modelo internacional, ela deve ter iniciativas voltadas à implementação de comunidades inteligentes; baixas emissões de carbono; zero resíduos; meio ambiente e planejamento urbano sustentável; transporte, infraestrutura, construções, economia e habitação verdes; sociedade harmoniosa e cultura e patrimônio sustentáveis.
Entre os organismos internacionais que julgaram para concedero prêmio estava o  Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas – UNDESA; o programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – UNEP e o programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos – UN-HABITAT. Mesmo assim o Fruet só vê defeitos.

Nos primeiros anos do ensino fundamental (1ª ao 5º ano), as escolas de Curitiba registraram índice de 5,8, figurando pela quarta vez consecutiva como o maior Ideb entre as capitais, mas isto o Gustavo não diz. 

Outra pérola que eles soltaram no jantar: “não se constrói um projeto político de forma solitária”, até parece que ele ao dizer isto estava olhando para um espelho e vendo neste só a própria imagem. Sobre o que ele diz nem ao menos o PT, partido de seu novos amigos, assina embaixo.

Lugo é eleito líder da coalizão de esquerda do Paraguai


Destituído do poder há mais de dois meses, o ex-presidente do Paraguai Fernando Lugo foi eleito hoje (31) o novo líder da coalizão de esquerda no país. A escolha envolveu representantes de 20 partidos políticos. A primeira reunião da coalizão está marcada para o dia 2 (domingo), em Assunção, capital paraguaia.
A pauta do encontro inclui o processo de impeachment que levou à saída de Lugo do governo, o projeto político da esquerda paraguaia e a campanha para as eleições de 21 de abril de 2013. Lugo indicou que pretende lançar-se candidato ao Senado. A Justiça Eleitoral do Paraguai, no entanto, ainda vai decidir se ele está proibido de concorrer à Presidência da República.
A coalizão será comandada por Lugo e a direção contará com mais seis integrantes. O conselho da coalizão pretende promover reuniões regulares a cada duas semanas e um comitê político será permanente.
A destituição de Lugo do poder levou a uma reação dos líderes políticos sul-americanos. O Paraguai foi suspenso do Mercosul e da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) até as eleições de 2013. Os líderes regionais consideram que o ex-presidente não teve tempo para se defender no processo de impeachment, que foi decidido em menos de 24 horas. (AB)

Brasil ainda tem 1,4 milhão de crianças de 4 e 5 anos fora da escola


Até 2016, o Brasil tem a obrigação de incluir todas as crianças de 4 e 5 anos na escola. A tarefa não será fácil: de acordo com relatório lançado hoje (31) pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), há 1.419.981 crianças nessa faixa de idade que não estão matriculadas no sistema de ensino. Uma emenda constitucional aprovada em 2009 ampliou a faixa etária em que a frequência à escola é obrigatória. Antes, apenas a população de 7 a 14 anos tinha que estar necessariamente matriculada no ensino fundamental, mas a partir de 2016 o ensino obrigatório irá cobrir desde a pré-escola até o ensino médio (dos 4 aos 17 anos).
O relatório Todas as Crianças na Escola em 2015 – Iniciativa Global pelas Crianças Fora da Escola – baseou-se em estatísticas nacionais, como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de 2009. No total, cerca de 3,7 milhões de crianças e adolescentes entre 4 e 17 anos estão fora da escola no Brasil. A maior defasagem é na pré-escola e no ensino médio, já que entre os brasileiros de 6 e 14 anos o grupo que não frequenta a escola é menor, cerca de 730 mil.
Entre  os brasileiros de 4 e 5 anos que não estão matriculados nos sistemas de ensino, a maior parte é negra – 56% do total. A renda também é um fator que influencia o acesso à educação. Enquanto 32% das crianças de famílias com renda familiar per capita de até um quarto do salário mínimo estão fora da escola, apenas 6,9% daquelas oriundas de famílias com renda superior a 2 salários mínimos per capita estão na mesma situação. Os números indicam que a frequência ainda insuficiente de crianças de 4 e 5 anos está relacionada, muitas vezes, à falta de vagas na rede pública. Por isso, no grupo com renda um pouco maior (dois salários per capita), o percentual de crianças fora da escola é menor, já que nesse caso a família acaba optando por pagar uma escola particular.
Para Maria de Salete Silva, coordenadora do Programa de Educação do Unicef no Brasil, o desafio é grande, mas algumas iniciativas governamentais, como o Proinfância, que tem a meta de construir 6 mil creches em todo o país até 2014, são respostas interessantes ao problema. “A última política do governo, o Brasil Carinhoso, prioriza as família abaixo da linha da pobreza no acesso à escola e ataca exatamente essa desigualdade”, aponta.
A representante do Unicef ressalta, entretanto, que o maior desafio está “na outra ponta” da educação básica. O relatório diz que 1.539.811 adolescentes entre 15 e 17 anos estão fora da escola. Nesse caso, os problemas de frequência não estão tão relacionados à falta de vagas, mas ao desinteresse da população nessa faixa etária pelo ensino médio. Para muitos jovens já envolvidos com o mercado de trabalho, a escola é pouco atrativa.
“Isso requer uma mudança muito grande no ensino médio. Estamos com a maior população de adolescentes da história do Brasil, a gente não pode perder isso e esperar para resolver na próxima geração porque está condenando o país a ter milhões de adultos sem formação escolar”, avalia Salete.
Segundo ela, não será necessário apenas ampliar as vagas para incluir os jovens que estão fora da escola, mas torná-la mais atrativa para a realidade deles. “Você precisa trazer o aluno e incorporar na escola aquilo que é parte do projeto de vida deles. A escola está longe da vida dos adolescentes”, aponta.
Para incluir toda a população de crianças e jovens ainda fora da escola, o estudo aponta como uma das medidas necessárias a ampliação dos recursos para a área. O Unicef apoia a meta de investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em educação, prevista no Plano Nacional de Educação (PNE) que está em debate no Congresso Nacional.
“A gente discorda de quem acha que o problema da educação no Brasil não é dinheiro, mas gestão. Nós temos problemas sérios de gestão, mas só com os recursos que temos hoje não conseguimos fazer tudo que é necessário: incluir todos na escola, ter qualidade, professor bem remunerado e capacitado, escola com boa infraestrutura. O desafio é enorme”, argumenta.
O secretário de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), César Callegari, destaca que o governo federal tem lançado diversas ferramentas para ampliar o acesso de crianças à pré-escola. Entre elas, cita o Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância), que prevê a construção de 5,5 mil creches e pré-escolas, o Brasil Carinhoso, que reforça a transferência de renda e fortalece a educação com aumento de vagas nas creches, e o Programa Nacional de Educação do Campo (Pronacampo), que oferece apoio técnico e financeiro aos estados e municípios para implementação da política de educação do campo.
Callegari lembra que entre as preocupações do governo também está o aumento da qualidade do ensino para tornar a escola mais atrativa a jovens e adolescentes. Lembra ainda que o MEC investe anualmente mais de R$ 1,5 bilhão em material didático, livros e jogos para melhorar o suporte educacional a essa faixa etária.
O secretário informou que a pasta está elaborando uma proposta de inovação curricular para aumentar o interesse de jovens de 15 a 17 anos que ainda estão no ensino fundamental e acabam abandonando as salas de aula porque, por terem repetido o ano, têm que conviver com crianças mais novas. Segundo ele, as medidas, que ainda serão discutidas com estados e municípios, só devem ser anunciadas no ano que vem.
O secretário defendeu a ampliação dos investimento em educação, principalmente com a utilização de recursos provenientes dos royalties do pré-sal. “Eles serviriam para valorizar e remunerar melhor os professores, melhorar as condições físicas das escolas, com laboratórios e bibliotecas, e o atendimento a crianças e jovens com deficiência”. A educação básica conta hoje com repasses que correspondem a 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB). (AB)

Governo Federal ‘risca do mapa’ projeto de ferrovia Norte-Sul



Sistema de transporte ferroviário que beneficiaria todo o Estado, além de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, foi tirado dos planos do governo sem explicações

A polêmica envolvendo os trilhos do Paraná dá um nó na cabeça das autoridades. Até agora, ninguém sabe explicar o que levou o governo federal a, da noite para o dia, descartar a proposta da ferrovia Norte-Sul, que previa a passagem da linha férrea por Maringá, seguindo por Chapecó (SC) até Rio Grande (RS).

O projeto, suprimido pelo governo federal do Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), era resultado de anos de estudos.

Londrina e Apucarana também reivindicavam a ferrovia, definida para a região noroeste por conta da topografia plana. Mas tudo virou fumaça.

A descoberta veio como desdobramento de outra surpresa, há 2 semanas: durante a apresentação do PNLT, o “PAC das Concessões”, no valor de R$ 133 bilhões, o Paraná ficou praticamente de fora. Foram apresentadas duas ferrovias que passariam pelo Estado quase o contornando.

Para o oeste, o projeto era de uma ferrovia saindo de Maracaju (MS) e passando por Cascavel.

AVALIANDO
“Quem fez esse estudo nunca pisou no Paraná ou não sabe o que está fazendo” Carlos Augusto Albuquerque - assessor técnico da presidência da Faep até Mafra (SC). Ao leste, a previsão era da linha vindo de São Paulo, passando por Ponta Grossa até Mafra.

A primeira reação do governo do Estado, após o lançamento do pacote, foi de protesto. “Além de não estarmos contemplados, o que nos parece é que estamos sendo prejudicados”, disse o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, no último dia 16. “Para nossa surpresa, veio tudo diferente daquilo que estávamos ajustando há um longo tempo.”

Diante das queixas, um novo projeto foi apresentado semana passada, prevendo traçado de Maracaju (MS) a Cascavel, além de um novo ramal entre Paranaguá e São Francisco do Sul (SC).

“Quem fez esse estudo nunca pisou no Paraná ou não sabe o que está fazendo”, disse o assessor técnico da presidência da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Carlos Augusto Albuquerque. Entre as críticas, está a de que a ligação entre Paranaguá e Santa Catarina passa por uma área de preservação.

Durante um encontro entre representantes do governo e do setor produtivo com a ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, semana passada, uma nova surpresa. O projeto da ferrovia Norte-Sul, que cruzava Maringá e Campo Mourão rumo ao Rio Grande do Sul, havia sido suprimido dos planos do governo.

Um documento com o traçado literalmente riscado do mapa pegou os representantes do Estado de surpresa.

“Ficamos estupefatos, ninguém esperava por isso. Em 10 dias, a terceira mudança nas ferrovias”, disse o secretário de Representação do Paraná em Brasília, Amauri Escudero Martins.

“Nós soubemos dessa supressão durante a reunião no Planalto.Isso não desagradou só o Paraná, como também Santa Catarina e Rio Grande do Sul”, contou.

A surpresa é porque a apresentaçãode um novo projeto de ferrovianão era visto como o fim de outro plano. “Aguardamos uma solução”, disse Escudero. (linjardi@odiario.com)

Promessa de vida nova às pedras da Rua São Francisco



A revitalização da Rua São Francisco, no Centro Histórico de Curitiba, quer deixar no passado temas como prostituição e tráfico de drogas: a ideia é retomar a vocação histórica e gastronômica da rua, uma das mais antigas da cidade e que abriga os tradicionais Restaurante São Francisco e Confeitaria Blumenau, ambos fundados há mais de meio século.
As obras incluem nivelamento da calçada, reforma da iluminação pública e pintura das fachadas, e têm o objetivo de levar mais segurança e criar uma espécie de circuito para os amantes da boa culinária. A prefeitura pretende atrair outros estabelecimentos do gênero, usando como atrativo o caráter “predominantemente pedestre” que a rua passará a ter. O espaço para estacionamento de veículos será extinto, dando lugar a uma faixa de acessibilidade para cadeirantes, de 1,20 metro, anexa à calçada. A reforma é coordenada pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc).
O aspecto histórico da rua é levado em conta pelo Ippuc, já que os paralelepípedos e parte da calçada – o trecho feito de matacão colonial, no lado esquerdo de quem caminha em direção à Rua Barão do Serro Azul, desde a esquina com a Rua Riachuelo – remetem ao século 19. As pedras estão sendo retiradas para nivelamento da rua, mas a promessa do Ippuc é que serão rigorosamente recolocadas em seus devidos lugares. Já o restante da calçada, como não tem tanta tradição, será substituído por faixas vermelhas de concreto, de aspecto semelhante ao atualmente encontrado na Rua Riachuelo, também recentemente reformado.
Ar festivo
A iluminação da rua será ampliada, das atuais quatro luminárias distribuídas em dois quarteirões, para até três arandelas por ponto comercial. “Queremos dar à rua um ar festivo”, diz o arquiteto do Ippuc Mauro Magnabosco, autor do projeto de revitalização. A pintura dos estabelecimentos da rua será viabilizada por meio de uma parceria da prefeitura com o setor privado: uma empresa fornecerá a tinta em troca de os proprietários se comprometerem a arcar com a mão de obra.
Os comerciantes da rua apoiam a revitalização, mas cobram rapidez nas obras para que as vendas do Natal não sejam prejudicadas. “Desde que cumpram o cronograma e entreguem em outubro, tudo bem”, diz a comerciante Suiane Cardoso. (GP)

Ministério Público Federal denuncia 11 pessoas no PR por envolvimento no escândalo do mensalão


O Ministério Público Federal no Paraná (MPF/PR) denunciou, por crime de lavagem de dinheiro, 11 pessoas ligadas ao ex-deputado federal e tesoureiro do Partido Progressista José Janene, morto em 2010. 

Segundo a Procuradoria Geral da República os denunciados contribuíram de forma efetiva para ocultar e dissimular a natureza a origem e a propriedade de bens e valores que seriam o resultado de crimes contra a Administração Pública. (CBN) 


 
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