quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Osmar multado em R$ 600 mil por afrontar Justiça com panfletos ilegais

Campanha de Osmar continua distribuindo panfleto com pesquisa adulterada do Ibope que havia sido proibido pela Justiça Eleitoral.

O juiz Juan Daniel Pereira Sobreiro, do TRE-PR, multou Osmar Dias e a Coligação A União Faz Um Novo Amanhã em R$ 600 mil por desobediência a decisão judicial, que proibiu a distribuição de panfletos com pesquisa adulterada. A Coligação de Osmar afrontou a Justiça e, mesmo sob proibição, continuou distribuindo em todo o Paraná panfletos que adulteram pesquisa do Instituto Ibope, inventam números e invertem posições para sugerir a liderança de Osmar na campanha eleitoral.

Os panfletos ilegais estavam sendo distribuídos pela campanha de Osmar nesta quinta-feira no bairro Jardim das Américas e no calçadão da XV de Novembro. O flagrante foi feito por fiscais da 2ª Zona Eleitoral.

A Justiça Eleitoral determinou a busca e a apreensão imediata do panfleto em todo o Paraná. A cada apreensão, a Coligação de Osmar Dias receberá multa no mesmo valor.

O panfleto apresenta uma suposta teoria estatística que apontaria a vitória de Osmar nas eleições. Para justificar a teoria, o folheto cita o colunista Celso Nascimento e o jornal Gazeta do Povo e o Instituto Ibope. Chega a citar pesquisa Ibope registrada sob o número 21413/2010. O gráfico adulterado mostra Osmar Dias com 53% das intenções de voto e Beto Richa com 47%. A pesquisa Ibope verdadeira, registrada sob esse número, traz Beto Richa na liderança com 47%, à frente de Osmar, com apenas 38%.

Enquanto o Beto e o Luciano defendem os interesses do povo o Osmar é contra as políticas sociais.

Beto Richa:
“No Família Curitibana em vez de simplesmente dar os R$ 50, queremos que cresçam com os cursos profissionalizantes disponibilizados. A pessoa escolhe em qual área tem facilidade e trabalha para alcançar uma melhor condição.
Quem participar terá prioridade em creches e escolas municipais, acesso à rede de saúde para realização de consultas, exames, vacinação e, ainda, subsídio mensal de R$ 50 por família”

Luciano Ducci:
“É com muita alegria que entrego este Armazém da Família. Esta região vem passando por uma profunda transformação nos últimos cinco anos. Temos priorizado bastante. E agora, o Armazém da Família vai oferecer à população alimentos mais baratos e de primeira linha. Estas obras representam ações da administração para as pessoas que mais precisam”

Osmar Dias:
“O Estado não pode entrar demagogicamente eliminando negócios que geram empregos, pois você beneficia meia dúzia de famílias vendendo um produto mais barato num armazém, mas desemprega muitas outras de uma mercearia que fecha. Garanto a vocês que não vou fazer isso”

“Programas assistencialistas como esse incentivam a miséria e mandam muitas crianças para os sinais de trânsito, mandam muitas crianças para as ruas, porque são as mesmas crianças, filhos dos beneficiários do Bolsa-Família, que estão nas ruas, em vez de estarem na escola”

Debate hoje é última chance para candidatos


A dois dias das eleições, e num cenário em que a candidata Dilma Rousseff (PT) se empenha em garantir sua vitória já no primeiro turno, a TV Globo promove hoje, às 22h30, o último - e mais importante - debate presidencial na TV. A mediação será feita pelo apresentador William Bonner. Lá estarão, além de Dilma, seus rivais José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).

Para Serra e Marina, é a última e decisiva chance de crescer junto ao eleitorado, plantar armadilhas para que Dilma cometa erros e tentar, assim, levar a disputa para o segundo turno. Tudo indica, pelo que se viu nas últimas semanas, que terão pela frente uma rival mais preparada qie nos primeiros debates. É de esperar, também, que Marina bata mais forte nos dois e que Serra não repita as críticas e cobranças fortes que, nos debates anteriores, só o prejudicaram.

Mesmo à frente nas pesquisas, a candidata petista achou, assim como sua equipe, que era mais prudente comparecer, não repetindo o que fez há quatro anos atrás o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no debate equivalente - o último do primeiro turno. Favorito para a reeleição, Lula tomou, na época, a decisão de não aparecer.

Ofendido pelo Osmar, que em um acesso de raiva chamou a todos de" playboys", o povo da Região Metropolitana de Curitiba dá o recado:

Segundo a pesquisa CBN/ Radar Beto Richa vence no primeiro turno


Boa notícia para os partidários do Beto Richa. Embora os osmaristas tenham insistido na argumentação de que a Coligação Novo Paraná tentava barrar a pesquisas pelo "fato de que o Osmar tinha ultrapassado o Beto" isto demonstrou ser uma grande mentira, pois com a divulgação da pesquisa feita pela CBN/Radar ficou claro que o pedido da não divulgação dos resultados foi pelos critérios técnicos adotados pelas empresas que as realizam e não por medo de qualquer número que estas pudessem apresentar.

A Pesquisa Radar/CBN d confirmou o que as anteriores já confirmavam, a vitória de Beto Richa no primeiro turno das eleições. De acordo com a pesquisa, Beto tem 51,7% dos votos válidos, contra 47,4% atribuídos a Osmar Dias.

Isso significa que Beto Richa está cerca de 300 mil votos à frente de seu principal adversário, considerando-se o universo total de eleitores do Estado, de 7,6 milhões.

Contabilizados todos os votos, os resultados são os seguintes: Beto Richa – 45,6%, Osmar Dias – 41,8%; Paulo Salamuni – 0,3%; Luiz Felipe Bergmann – 0,2%; Avanílson Araújo – 0,2%; Amadeu Felipe – 0,1%; indecisos – 9,3%; brancos e nulos – 2,5%.

Os índices de rejeição são os seguintes: 13,6% não votariam em Osmar Dias de jeito nenhum; 11,6% não votariam em Beto Richa.

A pesquisa da Radar Estatísticas foi encomendada pelas rádios CBN Cascavel e Foz do Iguaçu e pela Capital FM. O instituto ouviu 1.199 pessoas de todas as regiões do Estado entre os dias 26 e 28 de setembro. O número de registro no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) é 22928/2010.

Esta foi a única pesquisa com divulgação autorizada pelo TRE. Todas as demais pesquisas foram impugnadas pela Justiça eleitoral porque tinham falhas técnicas ou deficiências nas suas metodologias que podem causar distorções nos resultados, conforme atestou o juiz Nicolau Konkel Junior:

“Não posso me furtar a decidir em favor do eleitor. A preocupação é evitar possíveis distorções. As pesquisas devem atender aos critérios da legislação eleitoral, que são técnicos, para não limitar o âmbito de escolha do eleitor. A amostra tem que estar o mais próximo possível da realidade do Estado. E se não estiver, precisam ter critérios de ponderação adequados, que não foram apresentados”.

A pesquisa da Radar Estatísticas foi encomendada pelas rádios CBN Cascavel, CBN Foz do Iguaçu e Capital FM. O instituto ouviu 1.199 pessoas de todas as regiões do Estado nos dias 26 a 28 de setembro. O número de registro no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) é 22928/2010. Margem de erro: 2,9 pontos porcentuais.

Guerra eleitoral desproporcional

Levando em conta o "palanque ancora" o puxando para o fundo, onde em cima dele os apoiadores do Osmar mutuamente se chamaram de ladrões, até que ele se saiu bem por ter tido muito apoio econômico para a sua milionária campanha. Nesta campanha a já irreversível vitória do Beto contra o Osmar e o seu bando (Requião, Pessuti, Paulo Bernardo, Petraglia, Gionédis, Stephanes, Greca, etc.) pode ser comparada a do Dvi contra o Golias.

Beto, parabéns por suas qualidades: empatia, força, honestidade e humildade!

A atuante diretoria do Sindilegis consegue grande vitória


Desde a posse do Edenilson Carlos Ferry na direção do Sindilegis uma das principais bandeiras de luta do servidores públicos lotados na Assembléia Legislativa do Paraná foi a da busca do direito já adquirido, mas ainda não implantado em folha de pagamento, pela diferença da URV.
Na mesa de negociações entre os servidores e a direção da ALEP, Hoje sob a presidência do deputado Nelson Justus, está assumiu com os mesmos o compromisso de corrigir em folha de pagamento a distorção em relação à diferença da URV.

Segundo a diretoria do Sindicato quando está em busca dos direitos coletivos da categoria procurou o atual governador, que faz parte do quadro funcional da ALEP, em busca de apoio político as suas reivindicações, mas portas do palácio do Governo estavam fechadas.

Além da mobilização da categoria outro ponto importante que foi ressaltado na luta para a obtenção desta vitória foi o fato da direção da Casa ter ficado aberta ao dialogo, o que facilitou a concretização do ato de se tornar realidade a obtenção da justiça.

O pagamento da diferença da URV já está sendo planilhado e em breve os funcionários da ALEP receberão mais informações como e quando se efetivará a reposição salarial.
O Edenilson ressaltou que “o fruto desta jornada de luta é apenas uma das conquistas que o Sindicato espera obter, pois é grande a agenda de reivindicações da entidade e que a força do Sindicato reside na união dos servidores e quanto maior ela for maior será o poder de negociação da categoria”. Ele também “conclama a todos os servidores a participarem mais do Sindilegis encaminhando as suas proposições”, como disse "só com a união de todos o Sindicato é forte”.

Osmar Dias, uma fabrica de projetos contra os trabalhadores


Osmar Dias tentou por cinco vezes eliminar direitos trabalhistas já consagrados no País.


Em 16 anos como senador, Osmar Dias investiu várias vezes contra o bolso do trabalhador, através de projetos de lei e até de propostas de emenda constitucional (PEC) que ele apresentou no Senado.

Sua cruzada contra os direitos trabalhistas começou em 1997, quando apresentou PEC suprimindo a indenização de 40% do Fundo de Garantia (FGTS) que o assalariado deve receber do patrão quando demitido sem justa causa. Para sorte dos trabalhadores, a proposta não foi aprovada.

Osmar não se deu por satisfeito e voltou à carga em 2001, desta vez com projeto de lei para acabar com a multa dos 40% do Fundo de Garantia. Pressionado, decidiu retirar o projeto antes da votação.

Em abril do mesmo ano, protocolou projeto no Senado proibindo que o trabalhador que estivesse buscando seus direitos na Justiça pudesse ser testemunha em outros processos trabalhistas. O projeto chegou a ser aprovado no Senado mas, para decepção do senador que agora é candidato a governador, foi arquivado na Câmara dos Deputados.

Ainda em 2001, Osmar Dias apresentou um terceiro projeto contra o trabalhador. Agora, para eliminar o depósito recursal, para que o patrão pudesse recorrer nos processos judiciais sem ter que depositar o valor fixado pelo juiz. Felizmente, o projeto foi arquivado ao final da legislatura, em janeiro de 2007.

Finalmente, em 2002, outro projeto de autoria do senador criava dificuldades para a citação dos patrões nas ações trabalhistas. Segundo a proposta de Osmar Dias, enquanto a Justiça não encontrasse o patrão, o processo não poderia seguir adiante. Osmar insistiu no projeto, mas, mais uma vez para sorte dos trabalhadores brasileiros, a proposição foi arquivada ao final da legislatura, em janeiro de 2007.

Resumo da ópera: Osmar Dias tentou por cinco vezes eliminar direitos trabalhistas já consagrados no País.
Osmar acha que isso é tudo “lorota”. Mas a tramitação de cada um desses projetos de autoria do senador pode ser conferida pelos trabalhadores no site do Senado Federal (Senado.gov.br). Está tudo lá, em detalhes.

Eleições Paraná: Decisão de impugnar pesquisas foi técnica, afirma juiz


“Não posso me furtar a decidir em favor do eleitor. A preocupação é evitar possíveis distorções”, afirmou nesta quarta-feira (29), em Curitiba, o juiz federal Nicolau Konkel, juiz auxiliar do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), sobre a decisão da Justiça de impugnar a divulgação de pesquisas eleitorais irregulares. “As pesquisas devem atender aos critérios da legislação eleitoral, que são técnicos, para não limitar o âmbito de escolha do eleitor. A amostra tem que estar o mais próximo possível da realidade do Estado. E se não estiver, precisam ter critérios de ponderação adequados, que não foram apresentados”, afirmou Konkel.

O juiz explicou que foram impugnadas três pesquisas — uma do Ibope e duas do Datafolha. No caso do Datafolha, os argumentos apresentados à Justiça Eleitoral pela Coligação Novo Paraná foram de que não havia critérios de ponderação da amostra para quesitos como grau de instrução e nível econômico, que são exigidos pela legislação, e também que a sequëncia de perguntas podia induzir a resposta do eleitor ao deixar muito próximas perguntas sobre avaliação do presidente Lula ao candidato apoiado pelo presidente para o governo. “Entendi, e o Tribunal também, que não houve intenção do instituto de condicionar a resposta do eleitor, mas a sequência podia levar o eleitor a fazer uma escolha que talvez não fosse dele, em especial no caso dos indecisos”, disse o juiz.

“O Tribunal entendeu da mesma forma ao dar a sentença na questão da falta do critério de ponderação nos dois primeiros casos, das pesquisas do Ibope e Datafolha. O Datafolha registrou a segunda pesquisa sem corrigir o problema detectado antes, ainda que já tivesse o indicativo da liminar”, reforçou Konkel. Segundo ele, o instituto tentou argumentar não existem dados atualizados ou que não são confiáveis para grau de instrução e nível de renda e que se baseava suas pesquisas anteriores. Para o juiz não basta: “É preciso que se usem dados oficiais confiáveis, e não os próprios dados. O Ibope corrigiu essa falha usando os dados da Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar – PNAD”, disse Konkel.

Um quinto das plantas do mundo enfrenta a extinção



Efe
LONDRES - Cerca de 22% das plantas do mundo estão ameaçadas de extinção, segundo uma pesquisa que avaliou os perigos que ameaçam as espécies vegetais.

O estudo, que envolveu cientistas britânicos, indica que os muitas das 380.000 espécies diferentes conhecidas corem o risco de desaparecer como os mamíferos e estão mais ameaçados que os pássaros.

Um grupo de cientistas do Kew Gardens de Londres, do Museu de História Natural de Londres e da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) apurou que a maior ameaça ao habitat de plantas é a ação humana.

A destruição da mata atlântica da América do Sul, derrubadas e queimadas de áreas florestais em Madagáscar, as plantações de palma para produção de azeite na Indonésia e a agricultura intensiva na Europa e América são as grandes ameaças aos habitats naturais das plantas.

O estudo indica que entre 80.000 e 100.000 espécies de plantas estão ameaçadas de extinção em todo o mundo, um número 50 vezes superior ao número de espécies nativas nas ilhas britânicas.

Para chegar a esta conclusão, o relatório tomou como referência 7.000 plantas pertencentes a cinco grupos principais de vegetais que incluem musgos, samambaias, coníferas, algumas flores, como orquídeas, gramíneas e leguminosas.

Tanto as espécies raras como as mais comuns foram avaliadas para se ter uma visão mais clara do seu futuro, em contraste com a atual Lista Vermelha de espécies de plantas ameaçadas desenvolvida pela IUCN, compreendendo apenas 3 por cento das plantas existentes já que está focada nas que correm risco de extinção.

Os pesquisadores descobriram que 22% destas espécies podem ser classificadas como "criticamente ameaçadas" de extinção, apenas "em perigo" ou "vulneráveis".

Cerca de 10% ainda não estão em perigo, mas estarão se não tomarmos as medidas adequadas, como acontece com a flor conhecida como snowdrops, que chegou ao Reino Unido como uma espécie invasora, mas está perdendo terreno em sua habitat natural na Europa Central e Oriental.

A maioria das espécies ameaçadas são nativas de florestas tropicais, onde cresce a maior variedade de plantas, e de ilhas que estão no meio do oceano, como Páscoa e Bermudas.

O grupo das gimnospermas, da qual pertencem as coníferas, é o mais ameaçado, com cerca de 36% das espécies do componente de risco.

O diretor do Kew Royal Botanic Gardens, Stephen Hopper, disse que o estudo "confirma o que já suspeitava: Que as plantas estão ameaçados pela ação humana".

"Nós não podemos ficar parados enquanto as espécies desaparecem. As plantas são a base da vida na Terra, fonte de ar limpo, água, alimentos e combustível, e toda a vida animal depende delas", disse Hopper, que observou a necessidade de utilizar todas as ferramentas do conhecimento para evitar o desaparecimento da vida vegetal.

O estudo é publicado apenas algumas semanas antes de os funcionários da ONU reunirem-se em Nagoya (Japão) para discutir sobre a biodiversidade e definir metas para a proteção da natureza.

 
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