sexta-feira, 21 de junho de 2013

Não acredito na possibilidade de haver um golpe de estado

Quanto a possibilidade de golpe, todo cuidado é pouco, mas não acredito que a direita parta para está aventura. 

 Do jeito que a Dilma está jogando a favor do grande capital duvido que qualquer grande empresário esteja hoje contra o governo dela.

Sem os grandes empresários do lado não existe razão para a direita orquestrar o golpe, quem está radicalizado é a extrema direita, e está não tem forças acumuladas para ousar tal fato.


Os ricos estão com a Dilma, e a maior parte dos pobres, como os muito pobres também. 


Vejo a classe média se proletarizando e com muita raiva por hoje ter de estar usando os péssimos serviços públicos, mas ela não controla as relações em sociedade.


Os porra loucas de extrema direita, os neonazistas, se aproveitam do caos para realizar suas agressões, mas isto não é do agrado do povo. 


Como vejo também uma parte mais esclarecida dos segmentos populares também indo as ruas, mas estes só querem mais atenção para a saúde, educação e moradia.


O PT também está usando o discurso da possibilidade de golpe para atrair a militância de volta, já que está por causa do afastamento do governo de sua agenda histórica aos poucos se distancia do mesmo.

Quanto as demandas sociais, só o governo se abrir mais um pouco para o social que este movimento se esvazia, só falta é vontade política para realizar as reformas sociais, ou ao menos parte delas.

Estou com o povo em suas reivindicações sociais, mas ...

Estou com o povo em suas reivindicações sociais, como sou crítico ao governo Dilma, mas sei que este também está totalmente perdido pelas ruas, e assim correndo o risco de acabar escutando a voz da extrema direita.

Não sou eu que irei contribuir para com qualquer jogo sujo que venha querer depor no tapetão quem foi eleita pelo voto popular, e não é sozinha responsável por problemas que são históricos, que em sua maioria nem ao menos tiveram origem no governo dela!

O Movimento mobilizando amplas massas não foi e nem é de direita, como demonstra o seu objetivo pautado pela agenda social, e este está expresso na maioria absoluta dos cartazes feitos a mão. 

O povo carente de saúde, educação, etc. foi para as ruas, mas pela não presença da esquerda, que se institucionalizou e burocratizou, a extrema direta tenta ocupar o espaço. 

Temos de repensar nossas práticas e ações. Temos de voltar a escutar as vozes nas ruas!


É necessário tirar os saltos altos e os sapatos de cromo, e deixando de lado os grossos carpetes, metendo os pés nas botinas e tênis, voltar a caminhar pelas ruas empoeiradas dos bairros!

Na política não existe vácuo!

 
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