domingo, 12 de setembro de 2010

José Richa, o pai de todos



Se não fosse a importante figura política do José Richa, pai do Beto Richa, ter capitaneado a imensa tarefa da construção do MDB em luta pela volta a democracia e contra o regime militar nenhuma das principais figuras que hoje permeiam a vida política estadual teriam ocupado o espaço político que hoje ocupam.

Graças a imagem do velho Richa, arvore frondosa a abrigar a todos em sua sombra, as carreiras do Roberto Requião, do Alvaro Dias e do próprio Osmar, sendo que este cresceu a sombra de todos os demais, a oposição ao regime militar se fortaleceu, e o Beto cresceu neste ambiente ético e progressista, sendo portanto além de filho biológico o grande herdeiro político do pai, no qual sempre se espelhou.

O grande Zé, o pai de todos, foi traído por aqueles que a sua sombra ganharam consistência e força para as jornadas futuras, e entre estes cito o Alvaro, o Requião,ao qual elegeu prefeito de Curitiba, como ao próprio Osmar, que hoje em uma atitude extremamente cínica tenta colar a imagem do Beto a do Lerner, como este fosse o pai político do candidato do PSDB.

Hoje o Osmar esquece de que traindo a herança política que receberam do generoso José Richa, ele e o seu irmão, na famosa campanha que até hoje é marcada pelo estigma Ferreirinha, apoiaram ao também ingrato Requião e que nela por não ter como atacar ao glorioso Zé o rotularam como o “ velho aposentado”, com se receber legalmente uma aposentadoria ou ser velho fosse algo vergonhoso. De tanto repetirem o bordão “aposentado" conseguiram transformar o que é natural para quem tanto contribuiu para com a sociedade em uma coisa “vergonhosa” na cabeça dos incautos eleitores. Prática digna do fascismo ou do nazismo, onde a máxima do propagandista nazista - Joseph Goebbels : “Uma mentira muitas vezes repetidas, torna-se verdade”, aqui assimilada pelos Dias e pelo Requião, deu o tom.

Na eleição de 94 o ingrato Requião com a mesma prática nada grata adotada pelos Dias e por ele mesmo em relação ao José Richa abandona o Alvaro no palanque e desta forma acaba por favorecer a eleição do Jaime Lerner. A pergunta que fica é a de que será que ocorreu um “acordo branco” entre o Requião e o lernismo, pois foi isto o que os irmãos Dias afirmaram na época.

O Osmar “esquece” de que em 2002 quem apoiou fortemente a campanha do seu irmão ao governo, cuja eleição perdeu para o Requião, e este na época o acusou disto foi o Lerner e a sua máquina de governo. Nesta campanha do irmão o Osmar foi o principal coordenador. Em 2002 o Beto foi candidato ao governo e o seu grande cabo eleitoral foi o seu pai.

Em 2006 quando o Osmar foi candidato ao governo a família Richa em uma atitude nobre abriu mão das justas mágoas do passado e por serem partidários acataram a vontade da maioria do PSDB e o Beto, na época já sendo a maior liderança do partido foi apoiar o Osmar.

Em 2008 o Osmar em retribuição ao apoio que teve na disputa ao governo, de onde saiu derrotado pelo Requião, sendo que este usando a argumentação relativa na época a fazenda no Tocantins a o acusou de ser um vendido aos grupos multinacionais, como também o acusou de ser um lernista e de estar a serviço dos banqueiros e empreiteiros.

Hoje aliado ao seus ex-algozes do PMDB e do PT o Osmar tenta de todas as formas amorais usar da mesmas práticas que em conjunto com o Requião usaram na eleição de 1990, onde através de fraudes o Requião se elegeu, que foram as mesmas adotadas pelo mesmo para o desqualificar em 2006.
Dezenas de milhares de exemplares do criminoso HoraH Extra já foram apreendidos, como já foi comprovado e punido pela Justiça o ilegal uso da máquina pública estadual na campanha do pedetista , como também os nossos ouvidos e olhos foram agredidos com as mentira do Lula no comício de Foz do Iguaçu.

No comício de Foz do Iguaçu o nada confiável ou impoluto presidente mensaleiro, aquele que “não sabia de nada” afirmou a mentira de que o Osmar na eleição de 2008 o havia procurado para dizer que não iria apoiar a Gleisi pelo fato de o Beto lhe havia dito que o apoiaria em 2010 e que tinha dito para o Osmar que não dava para confiar nos tucanos e que este não o havia ouvido .

O que o Lula e o Osmar não esperavam era que o Beto tivesse guardado as imagens da eleição de 2008, em que o Osmar aparece dizendo que não havia havido nenhum acordo para que viesse a apoiar o Beto. Na época ele apoiou o Beto somente por estar grato ao apoio que tinha recebido em 2006, quando o Requião além de ser o seu adversário, pelas denúncias reais e outras que eram apenas calúnias, acabou por se tornar o seu principal inimigo. Hoje, sem nenhuma vergonha na cara, os dois fingem que nada ocorreu.

Dá para confiar nesta gente amoral e antiética?

Avanço no emprego industrial do PR é lento





Gazeta do Povo

A geração de empregos pela indústria paranaense em julho cresceu em ritmo bastante inferior à média nacional, uma relação que se mantém ao menos pelos últimos doze meses, apontou ontem a Pequisa Industrial Mensal de Emprego e Salário, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em julho, o emprego industrial no Paraná avançou 1,60% em relação ao mesmo mês do ano passado, enquanto no Brasil o crescimento foi de 5,36%.

A análise de períodos mais longos demonstra que a base de empregos industriais no Paraná antes da crise econômica mundial estava mais alta em relação à média nacional. Com a turbulência financeira, o volume de trabalho na indústria caiu de forma mais brusca no estado, que não tem conseguido recuperar os níveis de emprego na mesma velocidade que o restante do país. A comparação entre o acumulado de 2010 em relação ao mesmo período de 2009 aponta 2,89% de crescimento nacional e 0,58% de crescimento paranaense. E o acumulado dos últimos 12 meses ante os 12 meses anteriores (agosto de 2008 a julho de 2009), que alcança em retrospecto a crise, aponta queda de 0,51% na geração de empregos no Brasil, enquanto no Paraná esse recuo foi de 2,39%.

O URTIGÃO DANÇA QUADRILHA NA GRANJA DO TORTO?


As manobras das mídias políticas eleitorais em seus surtos de apoteose, tais quais "é a hora da virada", "o adversário despenca", "já ganhou", etc. chegariam a serem caricatas se não levássemos em conta o alto grau de indução que estas mensagens repetitivas produzem nas camadas mais populares e em até setores da “classe média”. Um "bom exemplo" é a construção pela rica blindagem na venal mídia, cujo custo hoje ultrapassa um bilhão de reais, da imagem do Lula. A maior parte da grande, da pequena e da micro mídia nacional “democraticamente" não consegue sobreviver sem estar as excusas das burras do estado e de seus “patrões” banqueiros empreiteiros , grandes agronegociantes e grandes comerciantes.

Neste nosso eterno “Teu Futuro Espelha Essa Grandeza” por nunca termo conseguido conquistar a cidadania esperamos o nosso “rei bom” e se ele de fato não espelhar está grandeza a mídia fará com que isto “seja”.

Em um verdadeiro efeito Edir Macedo, que por sinal é outro “grande amigo do Palácio do Planalto”, contra quem nada pega, o que não difere do que acontece com o Requião, com também com o grande grau de aceitação do populacho iludido pelo bordão de que “sempre foi assim neste vale de lágrimas a banhar pecadores, tudo é “normal”.

Em uma sociedade infantilmente impregnada de “você sabe com quem eu estou falando” pelas vivências nesta terra controlada pelos “Odoricos Paraguassus” o rei é “especial”. Ele como tal “está acima das regras” impostas aos meros mortais e neste momento eleitoral para estes os arroubos “de quem for homem gospe primeiro” fazem sucesso e em um verdadeiro show de telequete ganha a simpatia da plebe ignara quem primeiro espanca o adversários, pouco importando se o golpe foi de joelho nas partes baixas. Está hipócrita, insossa e covarde massa quer ver sangue, e melhor, até se excita e gargalha vendo a “marmelada” em andamento.

No último debate na Rede que não é “Massa” nos preâmbulos do evento ao vimos alguns escribas de plantão em campanhas eleitoreiras darem as suas opiniões ofídicas sobre como esperavam o “bom andamento” nos debates. Sorrindo eles sucessivamente repetiram que queriam ver confrontos, mas pelas expressões que adotaram em seus rostos irônicos o que de fato queriam era ver o sangue rolando, em vez de proposições para a melhoria da qualidade de vida da população. Com certeza muitas destas peças de ataque, tais quais as pegadinhas e outros golpes baixos, foram criadas por estes, que logo mais na platéia iriam apreciar no desenrolar do enredo do espetáculo com os seus autistas monólogos, que foram escritos a muitas mãos.

Par a turma que está perdendo, o que importa é ganhar e para que isto ocorra pouco importa o custo, pois para estes pouco importa os meios para se atingir o fim e este é o poder pelo poder, já que fica impossível acreditar que força tão heterogênea possa depois caminhar em conjunto em prol da construção de um projeto sério se hoje internamente eles ao se acusarem de serem ladrões demonstram qual é o “futuro promissor” que desejam ao nosso povo, nesta histórica república patrimonialista, dirigida por mensaleiros, banqueiros fazendeiros e empreiteiros!

Nada como perpetuar a moda Pindorama os francesismos de salão!

Viva o forrobodó do Sarney!

Viva o for all do Meirelles!

Vamos dançar quadrilha na Granja do Torto!

A ponte caiuuu!....... Olha a chuvaaa! .......

 
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