quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Daniel Lúcio, o ex-super do Porto de Paranaguá, o "melhor porto do Brasil", de endereço novo. Está hospedado no hotel cinco estrelas Ary Franco



O vip ex-superintendente do Porto de Paranaguá, Daniel Lúcio de Oliveira de Souza, veraneando pelo Rio de Janeiro, está hospedado no hiper conceituado Ary Franco. Ele, muito bem relacionado, aprecia das mordomias concedidas pelo seus amigos da PF.

Após operação da PF, Assembleia pode reeditar CPI do Porto


Política em Debate/Ivan Santos

Élio Rusch (DEM): “Não podemos descartar uma CPI para investigar esses desmandos”

A operação Dallas, pela qual a Polícia Federal promoveu ontem uma série de prisões e buscas por conta da investigação de desvio de cargas, cobrança de propina e outras irregularidades no Porto de Paranaguá deve ser tornar um dos primeiros assuntos da pauta da Assembleia Legislativa, no retorno dos trabalhos, em fevereiro. O deputado estadual Élio Rusch (DEM) - que na condição de líder da oposição ao governo Requião levantou ao longo dos últimos anos diversas denúncias envolvendo a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA), comandada até 2008 pelo irmão do governador, Eduardo Requião - prevê que o caso pode motivar, inclusive, uma nova Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

“Espero que todas as irregularidades que levantamos nos últimos anos no Porto serjam apuradas e que os responsáveis sejam punidos. Não podemos descartar uma CPI para investigar esses desmandos”, afirmou Rusch. Segundo ele, a questão deve ser levantada logo no início dos trabalhos legislativos, e após a composição das comissões da Casa. “A Assembleia tem que buscar respostas até para que a população também possa ter conhecimento do que está acontecendo”, defendeu.

Rusch lembrou que a oposição ao governo Requião já vem levantando há tempos informações sobre irregularidades na APPA, como a não realização da dragagem, contratos suspeitos, a falta de atenção para a legislação ambiental, que motivou, inclusive, multa e ameaça de interdição por parte da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Além disso, Eduardo Requião acumulou polêmicas ao longo de sua gestão e até depois de deixar o cargo, por força da súmula do Supremo Tribunal Federal que proibiu a nomeação de parentes de autoridades para cargos públicos.
No ano passado, outro episódio nebuloso envolveu o irmão do governador, quando veio à tona o caso de um roubo de US$ 180 mil guardados por Eduardo Requião em sua residência. Na época, o Ministério Público anunciou a abertura de uma investigação para apurar a origem do dinheiro. Segundo informações do próprio ex-superintendente da APPA à Justiça, o dinheiro estava em um guarda-roupa em seu quarto.

Em 2010, o porto sofreu um embargo por parte do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IBAMA) por descumprimento da legislação ambiental. A interdição ocorreu em razão de programas ambientais não executados pela APPA desde 2003 e o não cumprimento do Termo de Compromisso, junto ao IBAMA, assinado pela autarquia em 2009.

Em 2004, a Assembleia chegou a criar uma CPI para investigar o Porto de Paranaguá. A comissão, porém, foi encerrada algum tempo depois sem grandes resultados. “A verdade é que a CPI não conseguiu avançar porque foi obstruída pelo governo”, diz o deputado estadual Valdir Rossoni (PSDB), que presidiu a comissão. Para ele, a operação da PF confirma tudo o que a oposição vem denunciando há muito tempo. “Para mim não é surpresa”, afirmou.

Câmara — A questão também pode motivar ações da Câmara Federal, onde o deputado Eduardo Sciarra (DEM), tem levantado denúncias sobre os problemas do porto paranaense. Em junho de 2007 Sciarra, convocou uma audiência pública junto à Comissão de Agricultura para discutir os problemas do porto de Paranaguá. Na ocasião a falta de dragagem chegava a um estado crítico e especialistas avaliavam que caso não fosse corrigido o problema, em pouco tempo navios de grande porte seriam impedidos de atracar no porto. Relatórios de Fiscalização da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (ANTAQ) chegaram a recomendar a intervenção federal no porto, além de um Decreto Legislativo pedindo a intervenção, que foi aprovado na Câmara Federal, mas ficou congelado no Senado. Segundo Sciarra, a gestão foi fonte de litígio permanente com a comunidade portuária (usuários, operadores, prestadores de serviços, Capitania dos Portos, Receita Federal, Ibama, Conselho da Autoridade Portuária, etc.) e as denúncias apontavam para prejuízos para o agronegócio paranaense da ordem de R$ 1,5 bilhão.

Abrindo mão de seu antigo discurso eleitoreiro o aposentado Alvaro pede R$ 1,6 milhão de “retroativos”






Pela legislação vigente no Paraná, Alvaro teria direito à pensão vitalícia desde que deixou o governo do estado, em 1991. O que tanto questionou a aposentadoria dos outros só fez o pedido só no ano passado, hoje o arrependido, decidiu solicitar os valores retroativos.

Não era ele que junto com o Requião tanto tentaram denegrir os outros ex-governadores e viúvas que recebem a pensão?

Antes do escândalo sobre o Porto de Paranaguá explodir no colo de seu irmão a preocupação do Requião era a de desgustar "centolhas canadenses"


Twitter do Roberto Requião:

Hoje centolha do Canadá na casa do Luiz ...... Vamos conferir se a tal centolha é tudo isto que dizem.Tenho lá as minhas dúvidas, congelada
8:10 PM Dec 28th, 2010 via web


Alguns erros grosseiros do ignaro "nouveau riche twitteiro" ao tentar praticar "francesismo de salão":

O nome do caranguejo gigante é centolla e não "centolha" e ele é capturado no Chile e não no Canadá.

Igual ao o que ocorreu com a "centolha" também no Porto de Paranaguá enganaram o Requião?????


Viva o forrobodó do Roberto Requião!

Viva o for all do Eduardo Miami!

Mesmo sem ser em Junho dançaram quadrilha no "melhor porto do Brasil"!

 
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