terça-feira, 2 de outubro de 2012

Ibope: Ratinho Jr 35%, Ducci 28%, Fruet 16%


Ratinho Jr (PSC) – 35% 
Ducci (PSB) – 28%

Fruet (PDT) – 16%
Greca (PMDB) – 9%
Bruno Meirinho (PSOL) – 1 %
Alzimara Bacellar (PPL) – 1%
Avanilson Araújo (PSTU) – não pontuou
Branco/nulo – 4%
Não sabe/ não respondeu – 6%
A pesquisa foi realizada entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro. Foram entrevistadas 805 pessoas na cidade de Curitiba. O Ibope foi encomendado pela RPC TV tem margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PR), sob o número 00462/2012. Veja os outros números do Ibope no Leia Mais.
Veja os números do Ibope, considerando os votos válidos:
Ratinho Jr. – 38%
Luciano Ducci – 31%
Gustavo Fruet – 18%
Rafael Greca – 10%
BrunoMeirinho – 2%
Alzimara Bacellar – 2%
Avanilson Araújo – não pontuou
Estimulada:
Ratinho Jr. (PSC) – 35% das intenções de voto
Luciano Ducci (PSB) – 28%
Gustavo Fruet (PDT) – 16%
Rafael Greca (PMDB) – 9%
Bruno Meirinho (PSOL) – 1 %
Alzimara Bacellar (PPL) – 1%
Avanilson Araújo (PSTU) – não pontuou
Branco/nulo – 4%
Não sabe/ não respondeu – 6%

Joice Hasselmann analisa debate entre candidatos a prefeito de Curitiba

Desabafo da estudante Mirella: Bufonaria de Greca se perde em Curitiba


Mirella Ferreira*

O candidato Rafael Greca usa uma retórica teatral e nos trata a todos como se estivéssemos assistindo a um espetáculo bufão e fôssemos demasiadamente, acentuadamente detentores de pouca ou nenhuma memória.

Despreza fatos e estatísticas de uma cidade que se reinventa diariamente. Que enfrenta problemas como todas as grandes cidades do mundo e que tem no planejamento e na organização o seu maior patrimônio.

Nesse desfile de personagens com os quais ilustra a campanha eleitoral, Greca hora se apresenta como delirante, hora perverso.

Menospreza e desrespeita o trabalho de toda a equipe de servidores da prefeitura de Curitiba e retrata a saúde da nossa cidade como se vivêssemos um caos permanente.  Amargurado pela exclusão pública que as urnas lhe reservaram nas últimas duas eleições, quando naufragou e ficou à deriva depois da frustrada tentativa de se eleger deputado estadual, distorce os fatos e os númerosda gestão pública de Curitiba.

Se confrontado com as informações corretas, sua retórica inflamada e irresponsável dá lugar à exploração da desgraça alheia, ilustrando sua fala com o relato de fatalidades como quem levanta um troféu.

Greca, que agora quer ser chamado de Waldomiro para que a cidade não se lembre do Judas travestido de Rafael, traidor dos valores e do grupo político que defendeu anteriormente, discursa como se malandragem fosse sinônimo de retidão. Como no poema Quadrilha, de Drumond,  o Waldomiro é o Greca que amava mas traiu o Jaime Lerner. Odiava e agora ama Requião.

Mas, felizmente para Curitiba, a sua farsa está chegando ao fim.

Bufão de condado falido, Greca insiste na deformidade e no exagero, mas a sua fórmula desgastada expõe-lhe, transparece o seu desequilíbrio e acentua o vazio das suas ideias.

Falta-lhe a boa fé. A revelação do não feito acentua suas deformidades. Há de se questionar o cidadão curitibano, se o Greca que foi presidente da Cohapar poderia ter tirado as famílias da beira do rio para morar em casas dignas, com energia fotovoltaica. Porque não o fez? Será que o Waldomiro do Requião não poderia ter olhado com mais atenção para a nossa querida Curitiba?

Candidato Waldomiro, vamos cobrar sim do nosso prefeito que enfrente e resolva os problemas da nossa cidade. Não vamos nos omitir dessa responsabilidade tampouco deixaremos que o prefeito se omita. Mas não vamos assumir nenhum compromisso com a farsa e a fanfarronice. Pirotecnias e espetáculos servem para diversão. Apenas para isso.

*Mirella Ferreira, 21, é estudante de Direito da PUC

 
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