segunda-feira, 25 de abril de 2011

O truculento Requião mais uma vez ataca um jornalista


Useiro e veseiro em querer dizer com seu cabedal de frases prontas o que bem entende, como em não aceitar o contraditório ao expressar suas sandices o Requião mais uma vez ataca um jornalista. Se em outro lamentável episódio torceu o dedo que um jornalista por este ter lhe feito uma pergunta indesejada agora o Requião tomou a força um gravador de outro. O motivo foi este ter lhe indagado sobre se abriria mão de sua aposentadoria, fato que deveria ser natural pelo tanto que ele acusou a outros por receberem o mesmo benefício ao qual ele hoje defende com unhas e dentes.
O fato do Requião ter usado da violência para tirar a força um instrumento de trabalho, embora depois tenha devolvido sem o chip, pode ser considerado um furto com o uso de coação física.

Rafael Greca, o vaga mundo


Em uma entrevista a jornalista Joice Hasselmann (Olho no Olho) o ex-secretário, ex-prefeito, ex-deputado, ex-vereador, ex-ministro, enfim, p,o ex-tudo Rafael Greca, inclusive ex-lernista Rafael Greca, mas hoje no PMDB do seu ex-arquimigo Roberto Requião, o que é uma profunda contradição, foi um tanto incisivo ao afirmar sobre a sua possibilidade em disputar a prefeitura de Curitiba: “Serei candidato e que me aguardem”. O pré candidato a candidato, que inclusive não é uma unanimidade na legenda, ainda afirmou que com ele na disputa “a prefeitura não será usada como um trampolim político”, o que soa hilário, pois mais carreirista e individualista do que a sua trajetória na política é impossível de se ver. De lernista de carteirinha, sendo no passado não tão remoto rotulado de "menino de ouro do lernismo" á pré candidato lançado pelo Requião existia um abismo, no qual ele acabou sendo uma robusta ponte.

Jogado contra parede sobre sua radical mudança d lado indo do lernismo para o PMDB, o ex-tudo Rafael Greca disse que não pode ser apontado como o único político a mudar de lado: “Quem está sem pecado que atire a primeira pedra”,m as esquece de dizer que nenhum dos outros que mudaram de partido tomaram uma atiutude tão radical quanto a dele, pois se antes ele foi o responsável pel prisão do Doático, que sempre foi o mais leal escudeiro do Requião, hoje tem neste o seu caricato "marechal de campo", pois este e seu diminuto exército lembre um bocado o de Brancaleone.

Greca, um político desgastado tanto pelas mudanças de rumo como pelas urnas, o que foi uma consequência de seus atos anteriores, nunca assumiu que o carimbo de "traídor" colocado pelos seus antigos pares lernistas tenha sido o principal motivo das quedas consecultivas em suas votações nas últimas eleições: “Não acho que há uma maldição em cima de mim por que eu fui para o PMDB.” Será que não?

 
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