No campo energético, as diferentes matrizes disponíveis no Estado demonstram que há meios de se atender uma provável expansão da demanda do setor industrial que, só com o crescimento econômico registrado em 2010, aumentou 5,8%. Tal direcionamento já foi mencionado durante a posse do novo diretor da Companhia Paranaense de Energia (Copel), Lindolfo Zimmer, que assumiu o compromisso de excelência nos serviços da empresa, ao mesmo tempo em que destacou a intenção de investir em mercados promissores, sobretudo, o de energia eólica. Energia essa que aqui apresenta potencial de ventos capaz de atender 40% do consumo atual de eletricidade. Conforme medições divulgadas pela própria Copel, a produção de energia eólica pode chegar a 3.375 megawatts. Isso equivale a algo próximo ao que é produzido por cinco grupos geradores de Itaipu.
Vento para isso tem. O Estado possui 25 locais para a exploração do vento. , Guarapuava e os municípios de Palmas e Tibagi foram apontados como os lugares mais favoráveis ao desenvolvimento de parques eólicos,. Palmas, por exemplo já recebeu investimentos na instalação da primeira usina eólica. Com potência de 2,5 megawatts. A usina foi resultado de um trabalho minucioso - o Projeto Ventar - iniciado pela Copel em 1994. O estudo também deu origem ao primeiro Mapa do Potencial Eólico do Paraná,, Onde Palmas e Guarapauva estão a frente devido a potencialidade dos ventos, ficando a frente de municípios como Londrina, Maringá, Cascavel e a própria Serra do Mar.
De lá para cá, o mapa não recebeu a atenção necessária, a ponto de mesclar nas atualizações mais recentes, dados de 2006 a 2009. “Até o momento, as coisas não estão acontecendo no Paraná. E esse descaso com o setor fez o Rio Grande do Sul despontar nesse intervalo e virar a grande referência na região Sul de energia eólica”, avalia a advogada especialista em energia eólica, Marilia Pioli. Segundo ela, isso não significa que o crescente mercado de energia eólica no País não conte com investidores paranaenses.
Ela conta que no polo industrial de Pecém, no Ceará, instalaram-se as alemãs Fuhrländer e Wobben Windpower e, recentemente, a paulista Aeris Energy anunciou a instalação de uma fábrica de pás eólicas no complexo, um investimento orçado em R$ 50 milhões. Já na região do complexo portuário de Suape, em Pernambuco, estão a Gestamp Wind Steel Pernambuco S/A (atual denominação da RM Eólica), a Impsa e a Wind & P Brasil. “No Paraná, até agora, os investidores só contam com o apoio do governo federal, via Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), que desenvolveu um convênio de incentivos fiscais para o setor”, observa.
Potencial temos definidos por estudos estaduais e NACIONAIS. ESTÁ AI, MAIS UMA MISSÃO A NOSSOS DEPUTADOS QUE ASSUMEM MANDATO AMANHÃ : EXPLORAÇÃO DESTA ENERGIA, GERANDO EMPREGO E RENDA PARA NOSSA GENTE!
Roberto Lobo: com informações da COPEL E PR ON LINE
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Energia : Estudo define Guarapuava e Palmas como principais cidades para exploração de energia eólica


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