A Realpolitik, termo que veio a cena política com a diplomacia no decurso da "Guerra Fria", define relações políticas puramente pragmáticas, e nada programáticas. Estas relações expúrias, por tirar de todos o direito democrático ao debate ideológico, as podemos considerar coercitivas e eticamente amorais. Nela se utiliza amoralmente todos os meios políticos a disposição para a obtenção de um objetivo final de poder. Depois deste ser obtido o monstrengo gerado implode com a unidade política necessária para o funcionamento da máquina pública, pulverizada em feudos ideologicamente divergentes, transformadas em um caos causado pela entropia de interesses. Nela o que unifica são os "negócios". "Viva o globalizado deus mercado"!
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
A realpolitk é uma merda, ninguém sabe mais quem é quem: "tudo junto e misturado" é a receita


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